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Como a linguagem corporal pode ajudar você a ter mais sucesso

novembro 21st, 2017 Posted by Sem categoria No Comment yet

Psicóloga e professora de Harvard, Amy Cuddy, explica como nossa postura e gestos podem nos fazer sentir mais confiança na carreira e na vida

Duas pessoas aguardam serem chamadas para uma entrevista de emprego. Sentadas no corredor, uma delas tem o queixo baixo, ombros para frente, está de braços cruzados. A segunda pessoa está sentada com a postura ereta, olha para frente, respira fundo. Não houve por enquanto nenhuma comunicação, mas não é preciso ser o recrutador para analisar quem está se mostrando mais confiante. “A nossa postura diz muito sobre a sensação de poder que temos ou não”, defende Amy Cuddy, psicóloga e professora da Universidade de Harvard, durante palestra no HSM, em São Paulo. “Temos que lembrar que nosso corpo e mente estão sempre  conversando”. 

Amy leciona sobre poder, influência e comunicação, mas tornou-se famosa ao divulgar resultados de pesquisas que realizou sobre a importância da linguagem corporal nas nossas vidas. Durante anos, ela reuniu evidências científicas sobre de que forma os gestos e movimentos que fazemos, a forma como sentamos, como dormimos e como respiramos diz muito sobre quem somos e o que queremos ser. Seu TED “Your body language may shape who you are” atingiu 37 milhões de visualizações. 

Os testes da psicóloga giram em torno da constatação de que quando nós nos sentimos poderosos e confiantes, expandimos nosso corpo – e vice-versa. Uma postura aberta e um andar firme, de cabeça erguida, ajudam sim a ganhar confiança. É por essa razão que um ginasta, por exemplo, finaliza a prova erguendo firme os braços para frente – demonstrando confiança pelo que realizou. Vale lembrar também que o gesto mundial da vitória é levantar os braços para cima. “As culturas e os esportes variam, mas não importa se é homem ou mulher, todo atleta comemora levantando os braços para cima e balançando”, diz. O comportamento de expansão como reflexo de confiança é algo que todos os animais também praticam. “Pense no pavão, inflando o peito, abrindo plumas, para mostrar poder e dominância visando atrair a fêmea”, diz. 

Seguindo o mesmo raciocínio, uma postura “caída” refletirá sentimentos como vergonha, tristeza, desânimo, até depressão. “Baixar a cabeça encostando o queixo no peito parece ser a expressão mundial da vergonha, um comportamento submisso diante de uma derrota”, diz. É como o cachorro que, com medo, coloca o rabo entre as pernas. Manter essa postura, segundo Amy, prejudica a pessoa por dificultar que ela retome a confiança e conquiste a vitória desejada. “Cultivar a postura positiva tem a ver com a sensação de estar no controle da situação. Quando as pessoas adotam posturas poderosas, elas sentem que estão avançando no tempo. Em posições para baixo, a impressão é de que o tempo está passando por elas”, diz. 

Amy tem algumas dicas simples para melhorar nossa linguagem corporal durante o dia e, principalmente, como atravessar um momento difícil. Confira:

Prepare-se para se sentir empoderado. Amy defende que, ao invés de perder tempo nos preparando para que algo possa dar errado, devemos nos preparar para ganhar confiança antes de enfrentar o desafio. Ela cita o exemplo da seleção neozelandesa de rugby, uma das melhores do mundo. Minutos antes do início de cada partida, os jogadores praticam uma dança cerimonial do século 19, chamada haka. Com movimentos firmes, a dança exige que os jogadores estendam os braços e abram sua postura. “Eles dançam como uma forma de ganhar confiança e se preparar para o desafio”, diz. Com o tempo, a dança ficou famosa e retomou a característica original, que era intimidar o adversário que assiste do outro lado do campo. Cada um pode encontrar um “ritual” para fazer em sua vida e atingir o mesmo propósito, defende Amy.

Tudo é uma questão de manter a espinha ereta. Amy defende que manter a postura alinhada e reta reflete e ajuda nosso estado de espírito. Ela cita um estudo que analisou pessoas que sofrem depressão crônica e a postura que mantêm ao ficar sentadas. A ideia era utilizar a linguagem corporal para ajudá-las a tratar o problema. A maioria, segundo Amy, sentava de um modo “jogado” na cadeira, olhando para baixo, com uma postura largada. Durante o experimento, os pesquisadores pediram que todos se sentassem de maneira alinhada, com as costas eretas. “Só isso já provocou uma mudança no estado de espírito, as pessoas começaram a falar mais e se lembraram de memórias mais positivas”. Portanto, a dica aqui é: abra o peito, respire fundo e se sinta mais feliz. 

É melhor andar do que se abaixar. Rebeceu um email importante que chegou trazendo más notícias? Ao invés de abaixar a cabeça e batê-la no tampo da mesa, a dica de Amy Cuddy é se levantar e caminhar. “Expanda o peito, fique de pé, vá dar uma volta. Você se sentirá muito melhor”, diz. Andar de forma confiante, segundo Amy, gera mais confiança. 

Atenção ao acordar. Em outro estudo citado pela psicóloga, os pesquisadores queriam analisar se o modo como as pessoas dormiam – de bruços, barriga para cima, conchinha – influenciava em sua disposição ao levantar da cama. A principal conclusão do estudo, segundo Amy, foi a de que quem acorda com os braços abertos – ou seja, com o peito voltado para cima – se sente menos ansioso logo cedo. Como nem todo mundo tem controle sobre a forma como consegue ter uma boa noite de sono, a dica de Amy é tentar ganhar a confiança logo ao acordar. “A partir de uma posição fetal, sem abrir os olhos ou pegar o celular, espere alguns instantes. Depois abra os olhos, repare no ambiente ao seu redor, estique os braços, dê uma boa espreguiçada e se alongue. Você se sentirá sim mais animado.”

Fonte: http://www.dikajob.com.br/profiles/blog/show?id=5132329%3ABlogPost%3A634065&xgs=1&xg_source=msg_share_post

 

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SIMILARES SÃO INTERCAMBIÁVEIS COM GENÉRICOS?

novembro 20th, 2017 Posted by Sem categoria No Comment yet

Medicamentos similares são intercambiáveis por medicamentos genéricos?

 

Medicamento similar é aquele que contém o mesmo ou os mesmos princípios ativos, apresenta mesma concentração, forma farmacêutica, via de administração, posologia e indicação terapêutica, e que é equivalente ao medicamento registrado no órgão federal responsável pela vigilância sanitária, podendo diferir somente em características relativas ao tamanho e forma do produto, prazo de validade, embalagem, rotulagem, excipientes e veículo, devendo sempre ser identificado por nome comercial ou marca2,3.

Equivalentes farmacêuticos são medicamentos que contêm o mesmo fármaco, isto é, mesmo sal ou éster da mesma molécula terapeuticamente ativa, na mesma quantidade e forma farmacêutica, podendo ou não conter excipientes idênticos. Devem cumprir com as mesmas especificações atualizadas da Farmacopéia Brasileira e, na ausência destas, com as de outros códigos autorizados pela legislação vigente ou, ainda, com outros padrões aplicáveis de qualidade, relacionados à identidade, dosagem, pureza, potência, uniformidade de conteúdo, tempo de desintegração e velocidade de dissolução, quando for o caso2,3. Portanto são considerados equivalentes farmacêuticos, o medicamento referência e seu(s) respectivo(s) genérico(s), bem como o medicamento referência e seu(s) respectivo(s) similar(es) intercambiável(eis).

Será considerado intercambiável o medicamento similar cujos estudos de equivalência farmacêutica, biodisponibilidade relativa/bioequivalência ou bioisenção tenham sido apresentados, analisados e aprovados pela ANVISA4.

Dentro deste contexto, é possível considerar que, dentre os medicamentos similares, apenas o medicamento similar intercambiável é equivalente farmacêutico ao medicamento referência em que foi comparado, podendo ser substituído por este ou pelo(s) genérico(s) deste mesmo medicamento referência.

Para consultar a lista de similares intercambiáveis e seu respectivo medicamento referência, acesse https://goo.gl/qP34mW. A lista de medicamentos genéricos está disponível em https://goo.gl/A5RQ4a.

Na bula do medicamento similar intercambiável está descrita a frase “MEDICAMENTO SIMILAR EQUIVALENTE AO MEDICAMENTO DE REFERÊNCIA”, e a versão aprovada pela ANVISA pode ser consultada em https://goo.gl/I1uqee.

Para resolução de dúvidas sobre intercambialidade de medicamentos em serviços de saúde públicos e privados, sugerimos consultar o farmacêutico.

 

Texto elaborado por Acadêmico Iago Christofoli

Disponível em: https://cimrs.org.br/site/publicacoes-texto.php?id=63

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Superbactérias: de onde vêm, como vivem e se reproduzem

novembro 16th, 2017 Posted by Sem categoria No Comment yet

Uso consciente de medicamentos

Superbactérias: de onde vêm, como vivem e se reproduzem

A resistência aos antimicrobianos é real e já é uma das principais preocupações das autoridades de saúde.

Bactérias que se tornam mais fortes por causa do uso de antibióticos de forma errada. O que pode parecer uma profecia alarmista é na verdade uma realidade nos sistemas de saúde de todo o mundo. A resistência aos antimicrobianos, especialmente a resistência aos antibióticos, é um tema que preocupa tanto os países desenvolvidos como países em desenvolvimento. O problema é mais sério em locais onde o consumo de antibióticos não é bem controlado nem orientado.

A explicação para o surgimento de bactérias mais resistentes está na teoria da seleção natural das espécies elaborada por Charles Darwin. Quando são expostas aos antibióticos, um grupo pequeno de bactérias mais fortes pode sobreviver e posteriormente se reproduzir. Isso significa que, a cada geração, as bactérias mais resistentes dão origem a outras bactérias que também são resistentes.

Quando o microrganismo é resistente a mais de um tipo de medicamento dizemos que ele é multirresistente aos antimicrobianos.

Essa resistência pode surgir por uma mutação que dá ao microrganismo condições de resistir ao medicamento. Também pode acontecer pela troca de material genético entre microrganismos comuns com microrganismos resistentes.

O problema é mais frequente com antibióticos, mas também afeta antivirais, antifúngicos e antiparasitários. Antimicrobiano é o nome comum para todos estes medicamentos.

Por isso, o uso de antibióticos adequados para o tipo de infecção, no tempo correto e na dosagem correta é fundamental para evitar a sobrevivência de bactérias mais resistentes.

Além disso, outros fatores também contribuem para o surgimento de superbactérias. Conheça os principais:

  • Tratamento maior ou menor que o recomendado pelo médico
  • Uso de antibiótico para tratar doenças que não são infecções bacterianas, exemplo, gripe
  • Uso de antibiótico não indicado para o tipo de bactéria que está causando a infecção
  • Uso inadequado de antibióticos na área veterinária, especialmente em animais utilizados para o consumo humano
  • Falta de um bom controle de infecções nos serviços de saúde

Os serviços de saúde são locais de preocupação das autoridades de saúde quando o assunto é resistência aos antibióticos. Isso porque são locais com alta concentração de microrganismos que causam doenças e também de antibióticos de diferentes tipos.

Vai faltar antibiótico?

O principal problema da resistência é a redução das opções de antibióticos para tratar infecções por bactérias mais fortes. Cada vez que uma pessoa adoece por causa de uma bactéria resistente, o tratamento se torna mais difícil. Se esta pessoa estiver infectada por uma bactéria multirresistente, ou seja, resistente a diferentes antibióticos, é possível que não se encontre um tratamento adequado.

Quem se torna resistente? A bactéria ou a pessoa?

Quem se torna resistente é a bactéria. Se uma pessoa contrai uma bactéria resistente, o seu tratamento será mais difícil.

O que posso fazer?

As medidas para conter a resistência aos antibióticos dependem tanto dos pacientes como dos profissionais que prescrevem os medicamentos e dos outros profissionais de saúde.

 

Fonte: Anvisa

http://portal.anvisa.gov.br/web/guest/noticias?p_p_id=101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU&p_p_col_id=column-2&p_p_col_pos=1&p_p_col_count=2&_101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU_groupId=219201&_101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU_urlTitle=superbacterias-de-onde-vem-como-vivem-e-se-reproduzem&_101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU_struts_action=%2Fasset_publisher%2Fview_content&_101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU_assetEntryId=3718574&_101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU_type=content

 

 

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CIAMED CAMPEÃ

novembro 13th, 2017 Posted by Sem categoria No Comment yet

A Ciamed sagrou-se campeã da 5ª Taça Futsal Aci-e de Integração, competição realizada pela Secretaria Municipal de Educação e Cultura e Associação Comercial e Industrial de Encantado (Aci-e).

Na última Sexta-feira (10/11) foi realizado o jogo que definiu a grande campeã da competição. A equipe da Ciamed (composta exclusivamente por colaboradores da empresa) mostrou garra e determinação na busca do seu objetivo.

Em uma partida emocionante e muito disputada a Ciamed abriu o placar: 1 x 0. Ainda no primeiro tempo a Ciamed cedeu o empate (momentos de muita tensão). Após o intervalo, os jogadores entraram em quadra com sede de gol. A defesa trabalhou arduamente e com o esforço de todos os jogadores a Ciamed fez mais um gol: placar 2 x 1.

Parabéns aos jogadores e Comissão Técnica que não mediram esforços na busca deste título inédito. Parabéns a torcida que acompanhou todas as partidas, incentivou e apoiou o time. Parabéns CIAMED! Orgulho!

“ Talento ganha jogos, mas trabalho em equipe e inteligência ganha campeonatos”. MICHAEL JORDAN

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CIAMED na Final da Taça Futsal Aci-e de Integração

novembro 7th, 2017 Posted by Sem categoria No Comment yet

Na última Sexta-feira (03/11) foram realizados os jogos que definiram os finalistas da 5ª Taça Futsal Aci-e de Integração, competição realizada pela Secretaria Municipal de Educação e Cultura e Associação Comercial e Industrial de Encantado (Aci-e).

Na primeira partida da noite, a Dália Alimentos venceu a equipe da Viny Lady garantindo assim a vaga para a final. Na segunda semi-final da noite, em um jogo muito disputado, Dália Rações e Ciamed empataram por um placar de 3 x 3. Com o empate, a decisão foi aos pênaltis e a Ciamed garantiu a sua vaga para a final da competição.

Na próxima Sexta-feira, dia 10/11, ocorrerá a grande final no Ginásio Municipal de Esportes do Parque João Batista Marchese, Encantado/RS.

Boa sorte equipe Ciamed!

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Vacina da febre amarela tem validade?

novembro 1st, 2017 Posted by Sem categoria No Comment yet

Dose contra a febre amarela não precisa ser renovada e isso vale independentemente de quando você tomou a vacina.

Quem já foi vacinado pelo menos uma vez contra a febre amarela não precisa fazer uma nova visita ao posto de saúde. A avaliação sobre a vacina mostrou que uma única dose é suficiente para proteger contra a transmissão da febre amarela.

Até alguns anos atrás, a recomendação era de que a vacina fosse renovada de dez em dez anos, mas em 2014 a Organização Mundial da Saúde (OMS) mudou sua orientação quando conclui que o reforço da dose não é necessário para manter a proteção contra a doença.

No início deste ano o Brasil adotou a recomendação da OMS.

Tomei a vacina antes da mudança. O que faço?

Não é necessário se vacinar novamente. A vacina continua sendo a mesma. O que mudou foi o entendimento sobre a sua validade que até alguns anos atrás não era totalmente conhecida. Este tipo de revisão da validade de uma vacina pode acontecer porque são necessárias vários anos, e às vezes décadas, para ter certeza do período de validade da proteção de um medicamento como este.

Quem já tem o certificado não precisa trocar ou renová-lo. Quem já foi vacinado, mas não tem o certificado, precisa apenas agendar um horário em um posto de emissão do CIVP e apresentar o cartão nacional de vacinação com os dados da vacina. A vacina contra a febre amarela pode ser tomada em um posto de saúde ou em uma clínica particular.

Quais são os países que exigem o CIVP? A consulta poderá ser realizada no endereço: http://www.anvisa.gov.br/viajante. Clique no link: “Verifique as orientações para o país de destino” e serão apresentadas recomendações para sua viagem e a indicação da existência ou não de exigências sanitárias. Se houver exigência sanitária, será necessária a apresentação do certificado CIVP.

Como obter o CIVP?

A emissão do CIVP é gratuita e feita nos Centros de Orientação para a Saúde do Viajante da Anvisa, localizados em Portos, Aeroportos e Fronteiras. Desde abril de 2011, o certificado também pode ser emitido em Unidades do Sistema Único de Saúde (SUS) credenciadas, como postos de saúde e hospitais, e nas clínicas particulares credenciadas para essa finalidade.

Vale ressaltar, que os Postos da Anvisa não aplicam a vacina – apenas emitem o certificado. A vacina deve ser tomada nos serviços de saúde públicos e particulares, devidamente habilitados.

Para visualizar a lista dos serviços de vacinação privados credenciados acesse o endereço eletrônico http://www.anvisa.gov.br/viajante. Clique sobre o link “Centro de Orientação à Saúde do Viajante” e, após, no link “Consulte a lista completa dos Centros”.

Quais os documentos necessários?

– Cartão de vacina e documentos pessoais.

São aceitos como documentos de identificação pessoal a Carteira de Identidade (RG), o Passaporte e a Carteira de Motorista válida (CNH), entre outros.

A apresentação da certidão de nascimento é aceita para menores de 18 (dezoito) anos. Ressalta-se que crianças a partir de 9 (nove) meses já começam o esquema de vacinação.

A população indígena que não possui documentação está dispensada da apresentação de documento de identidade.

Para agilizar o atendimento, o interessado pode realizar um pré-cadastro no endereço http://www.anvisa.gov.br/viajante ao clicar na opção “cadastrar novo”.

Só o viajante pode assinar o CIVP?

Para obter o Certificado Internacional de Vacinação e Profilaxia (CIVP), é imprescindível a presença do interessado (viajante) nos Centros de Orientação para a Saúde do Viajante.

Como se trata de um documento de validade internacional, a autoridade sanitária deverá garantir que a assinatura constante do CIVP seja idêntica à do Passaporte ou à da Carteira de Identidade (RG).

E quando se tratar de criança / adolescente menor de 18 anos?

a) Necessidade da presença do menor:

Não é necessária a presença da criança ou adolescente menor de 18 (dezoito) anos quando seus pais ou responsáveis solicitarem a emissão do seu CIVP nos Centros de Orientação para a Saúde do Viajante.

b) Necessidade de assinatura:

– No caso de menores que não assinam o nome, o responsável pelo menor deverá assinar o documento.

– No caso de menores que já assinam o nome, orienta-se que o CIVP seja assinado de forma idêntica aos demais documentos (Passaporte ou Carteira de Identidade) da criança ou do adolescente.

Mas fique atento, o CIVP sem a assinatura torna o documento inválido e a autoridade do país de destino poderá deportar o viajante por esse motivo.

No caso de conexão ou escala em outros países, há necessidade do certificado?

Dúvidas sobre a aplicação das normas de controle sanitário, incluindo a necessidade de apresentação do Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia em países onde se faz conexão ou escala, devem ser esclarecidas com a representação do próprio país (consulados / embaixadas) ou com a empresa aérea que opera nesses destinos.

O que fazer em caso de perda ou extravio?

Em caso de extravio do cartão de vacinação, o usuário deverá se dirigir à unidade de saúde onde tomou a vacina e solicitar a segunda via do documento.

Também pode procurar um dos Centros de Orientação de Viajantes da Anvisa para emitir gratuitamente uma nova via do certificado.

Quando a vacina é contraindicada?

Para casos em que a vacinação ou a profilaxia é contraindicada, o Regulamento Sanitário Internacional – RSI determina que o viajante deverá estar de posse de atestado médico que explique os motivos da contraindicação, escrito em inglês ou francês, não sendo determinado um modelo específico para esse documento. O RSI também determina que o país de destino tem autonomia para aceitar a contraindicação ou adotar uma dessas medidas adicionais para entrada do viajante.

A Anvisa divulga um modelo de atestado de isenção sugerido para esse fim, a ser emitido por um profissional médico.

O Centro de Orientação ao Viajante poderá chancelar atestado médico de contraindicação que esteja escrito em português, emitindo o Certificado de Isenção, destacando que esse documento não é previsto no RSI e tem a mesma validade que o atestado médico escrito em inglês ou francês. Para esses casos, faz-se necessário que, na avaliação do profissional médico, esteja explícito o porquê da contraindicação à vacina. As possibilidades de contraindicações para a imunização contra a Febre Amarela são: gravidez; alergia a componentes da vacina e pessoas imunodeprimidas. Como recomendação geral de qualquer imunização, consideram-se, ainda, a ocorrência de hipersensibilidade; histórico de reação anafilática após ingestão de ovo e presença de neoplasia maligna.

Demais motivos de contraindicação para vacina contra a febre amarela (Exemplo: idade superior a 60 anos, aleitamento materno, uso de outros medicamentos que não sejam imunossupressores), não são chancelados pela Agência. Nesses casos, o médico que avaliar a contraindicação é quem deverá atesta-la em inglês ou francês. O profissional poderá utilizar o modelo disponibilizado no site da Anvisa.

Fonte: http://portal.anvisa.gov.br/noticias/-/asset_publisher/FXrpx9qY7FbU/content/vacina-da-febre-amarela-tem-validade-/219201?p_p_auth=hn7mwwu2&inheritRedirect=false&redirect=http%3A%2F%2Fportal.anvisa.gov.br%2Fnoticias%3Fp_p_auth%3Dhn7mwwu2%26p_p_id%3D101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU%26p_p_lifecycle%3D0%26p_p_state%3Dnormal%26p_p_mode%3Dview%26p_p_col_id%3D_118_INSTANCE_dKu0997DQuKh__column-2%26p_p_col_count%3D1
Fonte imagem: https://apesp.org.br/2016/04/suspensao-da-campanha-de-vacinacao-da-gripe-na-sede-da-apesp/