Monthly Archives: agosto, 2017

medicamentos

E se o remédio não fez efeito? O que fazer?

agosto 28th, 2017 Posted by Sem categoria No Comment yet

Se o seu medicamento não fez efeito, faça uma notificação para a Anvisa e converse com seu médico ou farmacêutico.

Medicamentos ajudam a curar doenças, melhorar a qualidade de vida e manter a saúde. Mas também podem trazer efeitos indesejados, reações imprevistas ou mesmo não gerar o efeito necessário.

Os medicamentos são substâncias estranhas ao corpo humano e mesmo depois de todos os testes que são feitos antes de o produto chegar ao mercado, é possível que novos efeitos sejam descobertos, tanto negativos como positivos.

Por isso, a vigilância de medicamentos que já estão em comercialização é uma das principais estratégias das agências que regulam medicamentos no mundo.

Quando devo suspeitar do medicamento que estou usando?

O medicamento não está fazendo o efeito desejado

Isso pode ter relação com seu próprio estado de saúde, mas pode ser alguma falha técnica no produto. Na dúvida, comunique o seu médico para uma adequação do tratamento.

Senti efeitos estranhos. Acho que o medicamento não está me fazendo bem

O primeiro passo é dar uma olhada na bula, especialmente nas seções que listamos abaixo. Isso vai ajudar você a conversar com seu médico e avisar a Anvisa sobre o que aconteceu.
• “Quando não devo usar este medicamento?”
•“O que devo saber antes de usar este medicamento?”
•“Quais os males que este medicamento pode me causar?”

É um medicamento que sempre tomei, mas parece que não está fazendo mais efeito

Pode ser que seu organismo não esteja mais respondendo ao tratamento ou que o lote do medicamento que você está usando tenha algum problema de qualidade. Em qualquer um dos casos, procure o médico e faça um relato para a Anvisa sobre seu problema.

Lembre-se de que, para usar medicamentos com tarja vermelha ou preta, é necessário que um médico faça um diagnóstico e faça a prescrição em uma receita, com controle especial.

Como eu faço para denunciar problema como estes acima?

Você pode entrar em contato diretamente com a Anvisa e relatar o seu caso.

Tenha em mãos a embalagem do medicamento, pois é importante informar o nome do produto, a marca, o nome do fabricante entre outras informações.

Ligue para 0800 642 9782 ou acesse o Portal e fale com a Anvisa http://portal.anvisa.gov.br/.

Fonte: Site Anvisa

http://portal.anvisa.gov.br/noticias/-/asset_publisher/FXrpx9qY7FbU/content/e-se-o-remedio-nao-fez-efeito-o-que-fazer-/219201?p_p_auth=Z4DQhhQb&inheritRedirect=false&redirect=http%3A%2F%2Fportal.anvisa.gov.br%2Fnoticias%3Fp_p_auth%3DZ4DQhhQb%26p_p_id%3D101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU%26p_p_lifecycle%3D0%26p_p_state%3Dnormal%26p_p_mode%3Dview%26p_p_col_id%3D_118_INSTANCE_dKu0997DQuKh__column-2%26p_p_col_count%3D2

Fonte imagem: http://www.cuidarebr.com.br/medicamentos/

camomilaa

O uso de chás: camomila X anticoagulantes

agosto 22nd, 2017 Posted by Sem categoria No Comment yet

Uso anticoagulante, posso tomar chá de camomila?

A utilização de plantas medicinais é uma prática generalizada na medicina caseira e que envolve questões sócio-culturais seculares. O uso crescente vem sendo estimulado de forma pouco criteriosa, divulgando-se muitas vezes propriedades milagrosas. No entanto, o uso de plantas medicinais pode ter alguns riscos, entre os quais destacamos nesta matéria potenciais interações com medicamentos.

A camomila (Matricariachamomilla L.), por exemplo, pode estar ligada com sinergismo de efeito quando associada a anticoagulantes dependentes da vitamina K, pois pode inibir a CYP3A4, enzima que pertence ao complexo hepático citocromo P450. Entre os anticoagulantes que podem ter interação com a camomila está a varfarina, a qual possui uma janela terapêutica estreita. A interação farmacodinâmica ocorrida pode ser explicada pelo fato do componente cumarina da camomila interagir de forma sinérgica com a varfarina e resultar em anticoagulação supraterapêutica.

Revisão sistemática do ano de 2014 inferiu que a camomila, bem como gingko biloba e alho podem estar associados ao aumento de sangramentos em pacientes que usam anticoagulantes orais. Os autores concluem que é importante que os profissionais de saúde conheçam os produtos à base de plantas e melhorem a comunicação com os pacientes que os utilizam para fornecer cuidados de saúde seguros e abrangentes.

Fonte: CIM – RS

https://cimrs.org.br/site/publicacoes-texto.php?id=45

herpes

Qual o melhor tratamento para herpes labial recorrente?

agosto 21st, 2017 Posted by Sem categoria No Comment yet

O herpes simples representa a doença viral mais comum no homem, excluindo-se as infecções respiratórias.

A infecção herpética é causada por dois tipos de vírus, o HSV-1 e o HSV-2. Ela é caracterizada por um período de latência e pela sua recorrência. A transmissão ocorre pelo contato com lesões abertas. O herpes labial apresenta-se como erupções cutâneas e vermelhidão nas mucosas, geralmente nos lábios, sendo causada principalmente pelo vírus tipo HSV-12.

Para o tratamento de herpes labial recorrente em adultos é recomendado o uso de aciclovir 400mg por via oral, 5 vezes ao dia, durante 5 dias. Para pacientes pediátricos é utilizado 15 mg/kg (até 200 mg) por via oral, 5 vezes ao dia, durante 7 dias. A aplicação tópica pode ser feita com aciclovir 5% creme 5 vezes ao dia, durante 4 dias ou associação de 5% de aciclovir mais 1% de hidrocortisona 5 vezes ao dia, durante 5 dias.

Revisão da Cochrane® publicada em 2015 inferiu que os benefícios do uso a curto prazo de aciclovir (≤1 mês) são inconsistentes. A longo prazo (> 1 mês) o uso de agentes antivirais orais reduziu a recorrência de manifestações do herpes labial; em um período de 4 meses com uso de aciclovir, a recorrência das manifestações foi em média de 0,85 episódios, enquanto com o placebo foi de 1,80 episódios para o mesmo período. A recidiva virológica num período de 4 meses foi de 1,40 para o placebo versus 0,40 para uso de aciclovir por pelo menos 1 mês. Nesta revisão, não foram localizadas evidências de que o uso a curto prazo de agentes antivirais tópicos diminua a recorrência dos episódios. Aciclovir 5% para uso tópico apresentou pouco efeito. A aplicação de protetor solar impediu significativamente a recorrência do herpes labial induzidas por luz ultravioleta experimental, mas não impediu feridas induzidas pela luz solar.

Alterações na dieta podem prevenir a reincidência do herpes labial. Diminuição das fontes dietéticas de arginina (como nozes, chocolate e sementes cruas como chia, linhaça, gergelim e semente de abóbora) e aumento das fontes dietéticas de lisina (como leguminosas e proteínas animais) podem trazer benefícios.

Para tratar manifestações do herpes labial, procure seu médico e/ou dentista e informe-se com seu farmacêutico de confiança.

Fonte: https://cimrs.org.br/site/publicacoes-texto.php?id=49

cold chaind

Ciamed participa do Cold Chain Day – ISPE Brasil 2017

agosto 18th, 2017 Posted by Sem categoria No Comment yet

No dia 31/07/2017, as farmacêuticas da Ciamed participaram do “Cold Chain Day” evento promovido pela ISPE Brasil (Associação Internacional de Engenharia Farmacêutica) que ocorreu em São Paulo, no Hotel Ibis Congonhas. A ISPE é uma organização sem fins lucrativos, focada no desenvolvimento e disseminação do conhecimento para profissionais engajados na pesquisa, produção e distribuição de medicamentos.

O Cold Chain Day ISPE Brasil 2017 é um evento voltado para soluções em Cadeia Fria e traz ao público conhecimentos nas tendências/inovações tecnológicas e regulatórias atuais no Brasil e no exterior, auxiliando os participantes a se prepararem para os desafios atuais e futuros do Supply Farmacêutico de Temperatura Controlada em um mercado extremamente competitivo e em constante evolução. Essa edição reuniu representantes, fornecedores e distribuidores da indústria farmacêutica para debater o Guia para Qualificação de Transportes de Produtos Biológicos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), em vigor desde abril deste ano.

Foram abordados os seguintes assuntos, além da interação entre os participantes e os patrocinadores:

• Cadeia Fria: Abertura & Conceitos de A a Z
• Soluções de Transporte: Conhecendo e Selecionando a Mais Adequada
• Qualificação de Embalagens Passivas
• ERU
• Caracterização de Rotas e Perfil de Temperatura
• Qualificação de Desenho
• Qualificação de Operação
• Qualificação de Desempenho
• Manutenção do Sistema Qualificado
• Excursões de Temperatura
• Sustentabilidade: Critérios para Re-uso & Reciclagem
• Modelo de Risk Management para Logística de Temperatura Controlada
• Logística de Temperatura Controlada – Realidade, Desafios e Tendências
• Avaliação de Temperatura Interna de Embalagem Térmica durante o recebimento de cadeia fria

Os palestrantes do evento Sr. Ricardo Miranda (Pfizer) e Sra. Liana Montemor compartilharam inúmeros conhecimentos com os participantes do evento tornando este um momento enriquecedor e de troca de experiências entre os participantes.

Para as farmacêuticas da Ciamed, o evento foi de grande valia e os conhecimentos adquiridos são de extrema importância para a manutenção da segurança e qualidade dos medicamentos de temperatura controlada. Além disso, ressaltam que a participação no evento e a interação com os Laboratórios presentes permitiu demonstrar a preocupação da Ciamed cuja missão é promover saúde de maneira responsável através da distribuição de medicamentos em todo território nacional. Ainda acrescentam que a Ciamed está sempre em busca de novas informações para garantir a excelência nos serviços prestados.

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farmas

Fonte: http://www.ispe.org.br/ispe_main/
Fonte imagem: https://www.linkedin.com/pulse/20140718101426-54033765-business-continuity-for-cold-chain-management